Sequestro/ estupro em Cáceres; era mentira, a mulher mentiu

SEQUESTRO, ESTUPRO EM CÁCERES; ERA MENTIRA, A MULHER MENTIU E VAI RESPONDER POR DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA

Durante as oitivas a suposta vítima apresentou várias versões contraditórias e a perícia não constatou conjunção carnal, prevalecendo a versão do "então acusado; não houve estupro"


 O suposto crime teria ocorrido na noite de 1º de Junho Sexta-feira, para sábado, dia 2, na cidade de Cáceres, que mobilizou a Polícia Militar após a denuncia de uma mulher, identificada como E.R.C. de 20 anos, que teria sido sequestrada, sob a ameaça de uma arma e levada para um motel, onde foi obrigada a consumir drogas e ainda manter relações sexual com o suspeito.


Drª  Judá Maali; que com sua equipe conseguiu descobrir a mentira da "Suposta Vítima"

 Foto Reprodução/ ed F.A

 A Delegada Judá Maali, da Delegacia da Mulher em Cáceres, informou ao Fronteira Alerta, que durante  o depoimento   a mulher admitiu ter mentido e que não teve nem sequestro e nem estupro, não apresentando oque teria lhe motivado tal atitude de denunciar o Homem.


A suposta vítima apresentou varias versões para o ocorrido no motel, inclusive que durante o ato sexual o suspeito não teria retirado a cueca e ainda estaria com uma arma presa na parte de trás da mesma, o que é praticamente impossível, pois a cueca teria que ser extremamente justa para fixar a arma e não cair devido os movimentos  durante a relação. 

  Outro ponto observado seria que se a cueca fosse apertada não haveria como o suposto suspeito colocar o membro para fora da cueca e praticar o estupro.

 Posteriormente a mulher relatou que teriam trocado carícias intimas chegando ao ato sexual, com consentimento da mesma.

 O exame de corpo  de delito não apresentou sinais de estupro e nem que havia ocorrido o ato sexual, tendo esta última versão também colocada em dúvida, devido a suposta vítima ter afirmado que após a relação a mesma teria vestido a calça, sem calcinha, porém nenhuma secreção foi encontrada pela perícia.

O que foi  comprovado, inclusive com suas versões é que realmente eles estavam no motel, conforme comprovante de pagamento, onde permaneceram por horas e consumiram drogas. 

 Diante desta situação a versão do "então suspeito",  prevaleceu e o mesmo foi colocado em liberdade, negando que tivesse praticado ato sexual ( conjunção carnal com a mulher.

 Para o caso foi elaborado um TCO, ( Termo Circunstanciado de Ocorrência), para que o suspeito e seu irmão respondam pelo desacato e resistência, durante a averiguação da situação, em que a mulher acusava o mesmo pelo crime.  



O suspeito e seu irmão apresentavam sintomas de efeito de uso, durante a abordagem policial na residência, gerando inclusive reação a ação policial onde houve luta corporal entre os suspeitos e os militares.

Os suspeitos acabaram presos e conduzidos, sendo o suspeito acusado de estupro e seu irmão por desacato, porém algo de mais grave poderia ocorrer, devido a esta acusação irresponsável desta mulher, onde se passou por vítima de um crime tão grave e repudiado por todos.

 A delegada da Delegacia de defesa da Mulher conseguiu esclarecer o caso, juntamente com sua equipe, e tomará outras providências para o caso, tendo em vista a mentira apresentada, onde a responsabilidade será imputada a mulher, que comunicou um fato caluniando o homem.




 - NÃO COMPACTUE COM ESTA VIOLÊNCIA


 DISK - 180 E DENUNCIE

Delegacia da Mulher em Cáceres-MT 3224-1160

Comentários