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 POLICIAL COM 37 ANOS DE SERVIÇO IGNORA RESERVA E ESCOLHE PATRULHAR RUAS NO INTERIOR





 Fonte: PMMT
Por: Greyce Lima Secom - MT 

Enquanto alguns esperam ansiosos à chegada do descanso depois de anos de trabalho, existem aqueles que escolhem deixar a reserva remunerada de lado e tomam a decisão de permanecer nas fileiras da Polícia Militar.

É o caso do major Galdino Vieira de Souza, de 57 anos, sendo 37 deles servindo a PM de Mato Grosso. O militar lotado no 22º Batalhão, em Peixoto de Azevedo (a 691 km de Cuiabá), nem pensa em aposentadoria.

Tudo o que o major construiu na vida, ele atribuí a profissão que escolheu. E mantém o entusiamo pela instituição, que completa 184 anos, nesta quinta-feira, 05 de setembro. "A PM representa tudo para mim, foi o meu primeiro emprego. Tudo o que eu tenho, devo a Polícia Militar. Decico-me integralmente à minha profissão. Faço parte desta instituição desde os meus 19 anos de idade", lembra o major Vieira, que entrou na PM em 30 de julho de 1982.



No aniversário da corporação, o policial mergulha em uma breve viagem nostálgica pelo tempo. "Mudou muita coisa. Quando entrei na Polícia Militar nós só tínhamos o direito de falar 'sim senhor, não senhor', igual no exército. Hoje mudou, tudo melhorou. Quando entrei nossa jornada era 24/24"






A primeira unidade da PM em que o policial atuou foi no Batalhão Estadual de Trânsito Rodoviário em Cuiabá. Ele se lembra de cada uma das datas de todas as suas promoções militares e onde serviu em cada unidade, núcleo ou batalhão da PM.

Mesmo com 37 anos na instituição, o policial que poderia atuar apenas na parte administrativa do batalhão, não abre mão de trabalhar no policiamento ostensivo. O “antigão” é exemplo para os mais jovens da corporação, ele ensina para aqueles que chegam à PM, o segredo de servir e proteger o cidadão com o mesmo entusiasmo e dedicação de um soldado recém-chegado.

“O que me motiva é que gosto muito do que faço. Meu objetivo é chegar a tenente-coronel; quando esse dia chegar, vou para reserva remunerada com o sentimento de dever cumprido. Devemos sempre ostentar essa farda que faz parte da nossa vida todos os dias", conta Major Vieira.

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