Polícia prende suspeito que matou o próprio irmão a machadadas no norte de Mato Grosso



 Os irmãos apresentavam distúrbios mentais e moravam juntos na mesma residência,  onde a vítima foi morta em sua cama com golpes de machado, em quanto dormia



Foto: Reprodução



 A prisão ocorreu nesta quarta-feira dia 13, logo após a comunicação do crime, em uma ação conjunta entre as polícias Civil e Militar, no município de Carlinda, distante a cerca de  760 km ao norte de Mato Grosso.


 O crime foi descoberto na madrugada desta quarta-feira dia 13, após um solicitação atendida pela Polícia Militar que se deslocou até o bairro Boa vista, onde em uma residência os policiais encontraram a vítima já em óbito com lesões na face.


A vítima morador da residência foi identificado como Juarez da Silva Miranda. de 43 anos, sendo que após a constatação do homicídio os policiais informaram a Delegacia que acionou a Perícia.




 O homem que residia junto com outro irmão na mesma residência, foi morto a golpes de machado em sua cama, sendo localizado com vários lesões provenientes dos golpes causados pelo seu irmão, sendo que o machado todo ensanguentado, utilizado no crime foi localizado no mesmo quarto.


 Segundo informações da Polícia Civil os dois se desentenderam e a vítima teria ameaçado o outro irmão alguns dias atrás, sendo que o suspeito aproveitou se que a vítima dormia lhe atacou a machadadas.


 O suspeito foi preso em flagrante através de uma ação conjunta entre as Polícias Civil e Militar e durante o seu depoimento ao delegado Pablo Carneiro, na Delegacia de Alta Floresta, confessou a autoria do crime, dando inclusive detalhes da motivação e da execução do crime.


 O mesmo foi autuado em flagrante pelo homicídio qualificado por motivo fútil e também impossibilidade de defesa da vítima.

 Ainda segundo entendimento da Polícia Civil para o caso; “Apesar de o suspeito aparentar possuir algum transtorno mental, não há possibilidade de suposta causa que exclua a culpabilidade dele na ação criminosa”, destacou o delegado, Pablo Carneiro.

Comentários