Fiscalização apreende rede com mais de mil metros, utilizada para pesca predatória no Pantanal


FISCALIZAÇÃO APREENDE REDE COM MAIS DE MIL METROS UTILIZADA PARA PESCA PREDATÓRIA NO PANTANAL

Pescadores  estavam utilizando a mesma para pesca predatória quando os policiais se aproximaram,  todos fugiram deixando a rede gigante de 1200 metros para trás.
Foto: PMMT




 Este tipo de petrecho proibido é um dos mais utilizados na pesca predatória,  realizada por verdadeiros criminosos que agem  no Pantanal

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 O trabalho de fiscalização na região do Pantanal, que ainda está muito aquém do que deveria ser realizado, conseguiu realizar apreensão do petrecho gigantesco, que certamente já causou muitos danos irreversíveis a fauna pantaneira, com a captura de muitos peixes retirados de forma irregular dos rios.

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 Não bastasse as queimadas influenciam diretamente no desequilíbrio Ecológico, assim como também assoreamento dos rios e o avanço do Homem sobre as áreas de preservação, ainda tem ação criminosa das pessoas que visam o lucro causando este tipo de dano a natureza.

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 Apreensão ocorreu na região do Pantanal mato-grossense durante a fiscalização realizada em conjunto por policiais militares do Batalhão de Polícia Ambiental e fiscais da Secretaria Estadual de Meio Ambiente ( SEMA),justamente para fiscalizar e coibir esse tipo de ação criminosa, dentre outras.

 Durante o patrulhamento fluvial no Rio Cuiabá os policiais chegaram na comunidade de Porto de Fora, onde encontraram uma rede de aproximadamente 1200 metros que se contrata-se armada no rio pronta para captura de peixes.
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 Os policiais avistaram um grupo de pescadores utilizando-se da rede na atividade de pesca predatória e durante a aproximação os infratores conseguiram fugir,deixando para trás esta que sem dúvida nenhuma a maior rede apreendida durante o trabalho de fiscalização dos órgãos ambientais, até hoje não existe registro de uma rede maior que esta.

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Com muita dificuldade  os policiais e os agentes retiraram a rede dentro da água, tendo que dividir a mesma em três partes para facilitar o trabalho devido seu tamanho.
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 As equipes ainda procuraram pelos pescadores que conseguiram se embrenhar em meio a área de mato ou possivelmente até mesmo por debaixo dos camalotes de aguapés, conseguindo assim evitar suas prisões.

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